Seleção do Congo chega à Copa do Mundo de 2026 sonhando com campanha histórica

 
A menos de um mês do início da Copa do Mundo FIFA 2026, a expectativa em torno do torneio já mobiliza torcedores ao redor do planeta. De olho nesse cenário, reunimos dados das 48 seleções classificadas, destacando contexto esportivo, histórico e valor de mercado dos elencos que estarão no Mundial.

A seleção do Congo está no Grupo K, ao lado de Colômbia, Uzbequistão e Portugal. A equipe africana disputará apenas sua segunda Copa do Mundo na história. A única participação aconteceu em 1974, na Alemanha Ocidental, quando acabou eliminada ainda na fase de grupos.

A seleção comandada pelo treinador francês Sébastien Desabre aposta na força de um elenco experiente e competitivo, com vários jogadores atuando nas principais ligas do futebol europeu, especialmente na Premier League. O principal destaque da equipe é o atacante Yoane Wissa, do Newcastle, um dos jogadores mais decisivos do elenco. A seleção ainda conta com nomes importantes como o lateral-direito Aaron Wan-Bissaka, do West Ham, o meio-campista Noah Sadiki, do Sunderland, além do artilheiro Simon Banza, do Al-Jazira.

Outro nome de destaque é o zagueiro Axel Tuanzebe, atualmente no Burnley, autor do gol decisivo que garantiu a histórica classificação congolesa para a Copa do Mundo de 2026. O elenco ainda mistura experiência e velocidade com atletas como Arthur Masuaku, Meschack Elia, Chancel Mbemba e Théo Bongonda.

Além da experiência de jogadores consolidados no futebol europeu, o Congo também aposta no entusiasmo de uma geração que recolocou o país em uma Copa do Mundo após mais de cinco décadas. A classificação histórica aumentou a confiança da torcida e transformou a seleção em uma das equipes africanas mais observadas para o Mundial de 2026.

Taticamente, Sébastien Desabre costuma montar a equipe nos esquemas 4-3-3 ou 4-2-3-1. O Congo aposta em uma forte organização defensiva, linhas compactas e transições rápidas em contra-ataques, explorando principalmente a velocidade e a capacidade de finalização de Yoane Wissa. A proposta de jogo faz a seleção sonhar em ser uma das possíveis surpresas do Mundial e lutar por uma vaga inédita no mata-mata da competição.

Até o momento, a seleção congolesa não possui desfalques confirmados para a estreia na Copa do Mundo diante de Portugal.

Segundo dados do Transfermarkt, a última convocação de Sébastien Desabre somava aproximadamente € 150 milhões (cerca de R$ 960 milhões) em valor de mercado, número que evidencia a evolução técnica e financeira da seleção do Congo nos últimos anos.

Jogadores mais valiosos do Congo

Yoane Wissa — Newcastle United — € 38 milhões (≈ R$ 243 milhões)
Aaron Wan-Bissaka — West Ham United — € 28 milhões (≈ R$ 179 milhões)
Simon Banza — Al-Jazira — € 18 milhões (≈ R$ 115 milhões)
Noah Sadiki — Sunderland — € 15 milhões (≈ R$ 96 milhões)
Arthur Masuaku — RC Lens — € 10 milhões (≈ R$ 64 milhões)
Samuel Moutoussamy — Atromitos FC — € 8 milhões (≈ R$ 51 milhões)
Axel Tuanzebe — Burnley FC — € 8 milhões (≈ R$ 51 milhões)
Meschack Elia — Alanyaspor — € 7 milhões (≈ R$ 45 milhões)
Chancel Mbemba — LOSC Lille — € 6 milhões (≈ R$ 38 milhões)
Théo Bongonda — Spartak Moscou — € 5 milhões (≈ R$ 32 milhões)
Cédric Bakambu — Real Betis — € 4 milhões (≈ R$ 26 milhões)
Fiston Mayele — Pyramids FC — € 3,5 milhões (≈ R$ 22 milhões)

A seleção do Congo chega ao Mundial de 2026 focada em surpreender. Com um elenco experiente, jogadores atuando em grandes ligas europeias e uma proposta tática organizada, a equipe africana sonha em avançar pela primeira vez ao mata-mata da Copa do Mundo e se consolidar como uma das grandes surpresas do torneio.

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