A menos de 27 dias do início da Copa do Mundo FIFA 2026, a expectativa em torno do torneio já mobiliza torcedores ao redor do mundo. De olho nesse cenário, reunimos dados das 48 seleções classificadas, com destaque para contexto esportivo, histórico e valor de mercado dos elencos.
A seleção dos Estados Unidos, país-sede da Copa do Mundo ao lado de Canadá e México, está no Grupo D, ao lado de Austrália, Paraguai e Turquia. A melhor campanha dos norte-americanos em Copas do Mundo aconteceu em 1930, quando terminaram na terceira colocação.
A equipe comandada por Mauricio Pochettino aposta na força de um elenco experiente, com jogadores atuando nas principais ligas da Europa, para surpreender na Copa de 2026. O grande destaque da seleção é o atacante Christian Pulisic, do Milan, além de nomes importantes como o lateral-esquerdo Antonee Robinson, do Fulham, e o atacante Folarin Balogun, do Monaco. A seleção norte-americana chega ao Mundial com o objetivo de alcançar novamente a fase de mata-mata.
Taticamente, a equipe de Mauricio Pochettino, treinador com passagens por clubes como Tottenham, PSG e Chelsea, costuma atuar no sistema 4-3-3, além de utilizar variações como o 4-4-2. O estilo de jogo do treinador argentino prioriza intensidade, pressão alta e transições rápidas, potencializando jogadores ofensivos como Christian Pulisic e o centroavante Ricardo Pepi.
A seleção norte-americana, no entanto, pode lidar com baixas importantes. Jonathan Klinsmann, Patrick Agyemang e Johnny Cardoso preocupam a comissão técnica e podem desfalcar a equipe na Copa do Mundo. A última convocação de Mauricio Pochettino para a Data FIFA somava cerca de € 356,7 milhões (R$ 2,2 bilhões) em valor de mercado, segundo dados do Transfermarkt.
Além do aspecto esportivo, a Copa do Mundo de 2026 representa uma enorme oportunidade comercial e estratégica para o futebol dos Estados Unidos. O crescimento da Major League Soccer, os investimentos em infraestrutura e o aumento da popularidade do esporte no país fazem com que o torneio seja visto como um marco para consolidar os norte-americanos entre as principais potências do futebol mundial nos próximos anos.
Jogadores mais valiosos dos Estados Unidos
Christian Pulisic — Milan — € 50 milhões (R$ 320 milhões)
Antonee Robinson — Fulham — € 25 milhões (R$ 160 milhões)
Chris Richards — Crystal Palace — € 25 milhões (R$ 160 milhões)
Tyler Adams — Bournemouth — € 24 milhões (R$ 154 milhões)
Folarin Balogun — Monaco — € 22 milhões (R$ 141 milhões)
Timothy Weah — Olympique de Marseille — € 20 milhões (R$ 128 milhões)
Sergiño Dest — PSV Eindhoven — € 18 milhões (R$ 115 milhões)
Ricardo Pepi — PSV Eindhoven — € 15 milhões (R$ 96 milhões)
Brenden Aaronson — Leeds United — € 15 milhões (R$ 96 milhões)
Johnny Cardoso — Atlético de Madrid — € 14 milhões (R$ 90 milhões)
Tanner Tessmann — Olympique Lyonnais — € 12 milhões (R$ 77 milhões)
A seleção norte-americana chega ao Mundial determinada a surpreender e fazer uma grande campanha diante de sua torcida, já que boa parte da Copa do Mundo será disputada nos Estados Unidos. Com um elenco experiente, jovens talentos e o fator casa ao seu favor, os norte-americanos tentam voltar a protagonizar uma campanha histórica no torneio.




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